Amiga invisível do peito, do coração
Quanto do teu tempo foi para mim
Ajuda, ombro, colo, nada foi em vão...
Ganhaste o meu respeito deste jeito assim
Amiga presente na dor do amor
Ouvido do meu pranto
Ar fresco no calor
Por ti eu vivo, eu grito, eu canto!
Amiga que eu amo de paixão
Sempre do meu lado, meu chão...
Não te esqueço e por nada te vou trocar!
Amiga linda, mulher avassaladora como nunca vi
Obrigado por tudo o que nunca esqueci...
Serás para sempre poema que eu vou cantar!
30 abril, 2006
14 abril, 2006
Desigual, Carnal, Animal...
Inata esta vontade de te comer,
Os dedos enfiar para teu prazer...
Pernas pelo ar... Quando te penetrar.
As línguas cruzadas até o lábio rasgar!
Esta luta desigual pelo prazer carnal,
Foder, prazer, lamber que nem um animal...
Não me esqueces e cravas as garras,
Os teus braços na minha cintura que nem amarras!
Só o fundo do teu corpo cura
Esta vontade louca e pura
De bater, rasgar, comer e trepar!
A mão pelo teu cu passar, que tara!
A tua boca por todo o meu corpo já passara...
E no fim, bebes tudo o que tenho para te dar!
Os dedos enfiar para teu prazer...
Pernas pelo ar... Quando te penetrar.
As línguas cruzadas até o lábio rasgar!
Esta luta desigual pelo prazer carnal,
Foder, prazer, lamber que nem um animal...
Não me esqueces e cravas as garras,
Os teus braços na minha cintura que nem amarras!
Só o fundo do teu corpo cura
Esta vontade louca e pura
De bater, rasgar, comer e trepar!
A mão pelo teu cu passar, que tara!
A tua boca por todo o meu corpo já passara...
E no fim, bebes tudo o que tenho para te dar!
De Negro...
Foi quando te vi assim, de negro,
Que despertou em mim algo voraz,
Capaz de formar um complicado poliedro,
Algo exigente que nem o amor faz...
O negro sobre o branco profundo,
O louro dando o toque final
Num conjunto brilhante oriundo
De uma concepção sem igual!
E é assim que eu te lembro,
De dia, de noite, de Janeiro a Dezembro
Sempre lá em cima no pedestal!
E é assim que eu fomento,
Esta fome ou vontade de alimento
Para mim, eu e a minha alma animal!
Que despertou em mim algo voraz,
Capaz de formar um complicado poliedro,
Algo exigente que nem o amor faz...
O negro sobre o branco profundo,
O louro dando o toque final
Num conjunto brilhante oriundo
De uma concepção sem igual!
E é assim que eu te lembro,
De dia, de noite, de Janeiro a Dezembro
Sempre lá em cima no pedestal!
E é assim que eu fomento,
Esta fome ou vontade de alimento
Para mim, eu e a minha alma animal!
08 abril, 2006
Mais Que Tudo
Mais que um porto seguro na tormenta...
Mais que um sol na noite fria...
Mais que um amor com pimenta...
És tu, ó musa, quem eu venero mais do que queria!
Mais que outro lugar para sempre...
Mais que anos passados em alegria...
Mais que um país que eu me lembre...
És tu, ó musa, que eu amo mais do que devia!
Mais que um poema...
Mais que um fonema...
És a musa que me acorda quando me iludo!
Mais que um doce balanço...
Mais que a noite em que me canso...
És tu! Aquela que eu quero mais que tudo!
Mais que um sol na noite fria...
Mais que um amor com pimenta...
És tu, ó musa, quem eu venero mais do que queria!
Mais que outro lugar para sempre...
Mais que anos passados em alegria...
Mais que um país que eu me lembre...
És tu, ó musa, que eu amo mais do que devia!
Mais que um poema...
Mais que um fonema...
És a musa que me acorda quando me iludo!
Mais que um doce balanço...
Mais que a noite em que me canso...
És tu! Aquela que eu quero mais que tudo!
06 abril, 2006
Lisboa
Nasci em portimão (sul de Portugal) mas a magia de Lisboa, onde vivi desde os 19 anos, encantou o meu coração de um modo que só quem lá vive conhece... Amo Lisboa, a sua gente, o seu cheiro, a sua alma...
Os ventos que sopram do norte
Espalham o teu odor, cânticos de amor...
Amor presente, fogo de outra sorte,
Viajo para o sul sempre pelo calor...
A cidade fica para trás mas não esqueci
Que sempre lá voltarei, onde me conheço...
O sentimento presente que nunca perdi,
A vontade de viver aquela vida.. Falta da qual padeço.
Ó alma gentil.. Ó cidade da minha paixão,
Perdoa minha ausência, dá-me paciência...
Enche de calor o meu pobre coração!
Posso não voltar, talvez por aqui ficar
Mas és tu, ó cidade, cá dentro, na minha essência
Que me dás força para continuar...
Os ventos que sopram do norte
Espalham o teu odor, cânticos de amor...
Amor presente, fogo de outra sorte,
Viajo para o sul sempre pelo calor...
A cidade fica para trás mas não esqueci
Que sempre lá voltarei, onde me conheço...
O sentimento presente que nunca perdi,
A vontade de viver aquela vida.. Falta da qual padeço.
Ó alma gentil.. Ó cidade da minha paixão,
Perdoa minha ausência, dá-me paciência...
Enche de calor o meu pobre coração!
Posso não voltar, talvez por aqui ficar
Mas és tu, ó cidade, cá dentro, na minha essência
Que me dás força para continuar...
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