Assim, cantando, começo esta trova,
Meu único porto de abrigo,
Vênus que navegas comigo,
Num encanto que tudo prova...
Deste palco anuncio a grande nova,
Desta descoberta maior que o mar,
Desta calma que me faz cantar,
E cantar, versos que ninguém reprova!
O resto não quero saber,
Não preciso entender,
Os versos completos desta canção...
Culpada do meu crime perfeito,
Advogada da defesa... Eu suspeito.
És tu, breve, absolvição do meu coração...
12 julho, 2011
01 julho, 2011
Como Tu
Pessoa grande, minha gémea na alma...
Quanta afinidade nos aproxima,
Empatia que me fascina,
Quando juntos, não vejo vivalma!
Afrodite és tu, perfume de morrer...
Quanto desejo me provocas,
Sensação quando me tocas
Quero viver... Viver... Viver!
Esboço da realidade por acontecer,
Sonho intenso de felicidade
Que quero viver antes de morrer!
Cada detalhe em ti eu conheço nu e cru,
Cada pormenor em ti, minha liberdade...
És tudo o que eu sou e eu sou como tu!
Quanta afinidade nos aproxima,
Empatia que me fascina,
Quando juntos, não vejo vivalma!
Afrodite és tu, perfume de morrer...
Quanto desejo me provocas,
Sensação quando me tocas
Quero viver... Viver... Viver!
Esboço da realidade por acontecer,
Sonho intenso de felicidade
Que quero viver antes de morrer!
Cada detalhe em ti eu conheço nu e cru,
Cada pormenor em ti, minha liberdade...
És tudo o que eu sou e eu sou como tu!
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