Cada fio de cabelo, linha de ouro,
Olhos vidrados de luz, puro mel,
Nariz delicado, incapaz de cheirar o fel,
Lábios fonte salgada do meu tesouro.
Qual peito doce, ninho do beija-flor,
Barriga geradora da loucura sem fim,
Mãos mágicas, tocando o jasmim,
Coxas originadas no esplendor.
Pernas, escultura grega desde o começo,
Joelhos que abraçam o ensejo,
Pé de fada, provoca loucura em mim.
Cada detalhe em ti eu conheço,
Afrodite, sinónimo do desejo.
Natureza rica esta, que te fez assim!
Quem fala assim tem Flobela Espanca a correr nas veias.
ResponderEliminarQuem fala assim, fala porque não tem Yang na sua vida, o equilíbrio necessário.
Eu deixei de escrever porque encontrei esse equilíbrio já passaram uns anos.
Espero que o voltes a encontrar o teu em breve amigo.[]
As mulheres, as mulheres!...Delicioso tema que me faria cogitar durante o resto do dia. Abraço e boa sorte, Hugo
ResponderEliminarAh, era eu o Hugo da Lusíada (velhos tempos, às voltas com os nossos projectos la no teu apartamento!eheh)
ResponderEliminarUauuuuuuuu miguinho que pena no meu tempo não teres essa veia poetica!!! De certo me levavas no bico ehehehehehe... Abençoado miudo, que quanto mais conheço, mais admiro... Sorte tem essa mulher!!!! ... Mas cuidado para não caires do cavalo novamente, sempre foste um lutador Hugo, não te esqueças disso e ninguém merece o teu sofrimento! Adoro-te... CRISS
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