A tua história não sei...
A tua alma ainda não descobri...
Falámos, falámos e muito eu pensei
Nas palavras, letras, frases que senti!
O amor pode nascer assim...
O calor pode subir sem fim...
Quero o encontro depois do mar
E saber se estes versos eu vou cantar!
A imagem, aparência derradeira
De ti que sabes o que és sem esconder
O interior, o exterior e todo o teu ser!
Falta contacto, cheiro, olhar sobre a ombreira
Da tua alma, do teu amor que parece escorrer
Pelas paredes do meu interior sem nunca arrefecer...
Por acaso vim parar aqui e adorei o que li neste blog.
ResponderEliminarO soneto é instigante, levemente sensual. Gostei.
Abraços.
As palavras belas só brotom de corações ainda mais belos. Parabéns pela poesia.
ResponderEliminarBjs.
intiresno muito, obrigado
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