Quanto tempo vou ter de esperar?...
Quantos navios vão fazer-se ao mar?...
De quantos sonhos vou eu acordar?...
Enquanto Ela não me amar...
Quem tem coragem de ouvir?
Quem precisa de público para se exprimir?
Basta um ouvido para eu falar...
Dizer o nome de quem amo e vou amar...
Quantos cigarros vou fumar?...
Quantas vezes, à janela, vou olhar?...
Quem tem paciência para sentir?...
Basta a tua mão para eu pegar...
Todo o amor que eu conseguir carregar
Será o teu, para sempre, elixir...
Como podes esperar-me
ResponderEliminarse contigo já estou?
dos sonhos já sonhados
lembra...foi lá que me encontrou
acorda homem meu
sou eu quem te chama
baixinho te sussurro
amor vem...sou eu!
Passei todo este tempo
encostada no horizonte
a espera eterna de cada dia
eu te sentia...te queria
E agora...
neste hoje que me tens
neste agora que me és
olha-me...
sinta-me...
diz-me palavras doces
minha resposta... carícias
meu corpo tua ânsia
tuas mãos meu delírio
a mistura do meu sumo
a este sumo teu
será o resultante
das loucuras de amor
que não nasceu de sonhos
mas...na força do desejo
feito todo
de mim
feito todo
de ti
(ouve amante...prenda-me em teus braços, sinto medo em perder-me neste corpo teu.)
Poema de Amor
ResponderEliminar(p/voce)
Um poema de amor
requer um céu azul emprestado do universo
e estrelas do mar para se colar na folha em branco...
Um poema de amor
necessita de leveza feito pluma e pena e espuma
que as ondas do mar
carregam no refluxo das marés...
Um poema de amor
precisa do riso solto copiado do circo,
do parque e da ciranda
que a infância traduz...
E, tambem,
carece de luz,
seja do sol ou da lua
para clarear os caminhos
em que as palavras se olham...
E, ainda, de tanta vontade e sentidos,
um poema de amor precisa amor
para que se alcance o céu, a leveza, o riso e a luz...
E assim, um poema de amor
é mais que a pena
em que se escrevem no papel as letras,
a metalinguagem que o coração
constrói e versifica!
Poeta Querido...Hugo é o teu nome
ResponderEliminarDesculpa invadir aqui teu espaço...mas teus escritos são tão belos, que imagino-te terno, suave, sensível e doce.Não resisto e escrevo-te, tomo cada poema teu como se feito para mim; e respondo-te, e sonho-te, poemando-te em cada verso que nasceu das razões que só mesmo minha razão conhece e anuncia.Bjs
29.01.2007 Brasil-S.Paulo
Onde estas? Vem que te quero aqui...vem!!!
ResponderEliminarMel
...E voando em blogesfera, pousei aqui...Adorei tudo o que li.Este poema é lindo, como lindo deve ser teus sonhos.
ResponderEliminarBeijinhos