18 maio, 2011

Fogos Proibidos

A caminhar por uma noite de quase Verão,
A vaguear na memória do que foi aquela tarde,
Descobri, em ti, algo perdido, algo deveras são...
Sensações sem fim, por quem o meu coração arde!

A divagar neste palco em branco, frases soltas,
Nasce o desejo franco, floresce o mar esverdeado...
Dos teus olhos, renasce o paraíso quando voltas
Uma vez mais, para mim, no teu beijo salgado!

Esquecendo o ontem, sonhando o amanhã,
No teu calor, indefeso, nos teus lábios, perdido,
Sou eu, este, que te quer no desejo assumido...

Senhora do meu mundo, da minha sorte, talismã,
Fénix és tu, quais fogos proibidos de essência corporal
Afrodite de corpo nu, foste a primeira a ser a tal...

3 comentários:

  1. Olá trata-se a 2ª vez que li a tua página e gostei imenso!Bom Trabalho!
    Adeus

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  2. Devias pensar em publicar o teu trabalho! Escreves muito bem! Tens sentimento nas palavras, consegues fazer com que quem lê os teus poemas consiga viajar na mensagem que procuras transmitir. A tua prosa também é excelente. Sinceros Parabéns.

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  3. Palminhas pelo regresso à escrita. ;)
    Well done.

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