Vou reencontrar-te por essa estrada,
Numa encruzilhada,
Prometo optar, continuar sem fugir!
É tão bom ver-te assim bronzeada
Conheço a tua cara queimada, não sei de onde
O teu olhar que nada esconde,
O teu calor, minha enseada...
Sinto-me voltar, subir um patamar
Para o qual nunca estive destinado,
Sinto-me algo... de menos, demasiado...
Transcendente... Os versos continuam a cantar
E eu quero reencontrar-te numa rua qualquer,
Sentir-te ardente, sentir-te mulher...
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