Da melancólica e triste viagem nasceste para aquecer,
Fazer esquecer, as saudades sentidas por esses mares...
Do coração, puro de aventureiro, vieste enriquecer
Uma cultura, um povo, séculos de tempos e lugares...
Por ti passaram todos os bons e por todos nós
Passaste, como uma brisa, da nossa guitarra,
Portuguesa, essa que mais ninguém tem, que toca feroz
Pelo amor, amizade, saudade nos copos e na farra...
Agora espalhado, enraizado, cantas ao mundo
A nossa sorte por todos os cantos, por todo o lado,
O nosso sangue, cantas e não deixas calado!
Agora pelos bairros antigos ouvimos ao fundo
Os mundanos versos de um amor perturbado...
E agora silêncio, que se vai cantar o fado!
Querido Hugo,
ResponderEliminarO fado é mesmo para os saudosos de espirito...,
para os que rimam os seus sorrisos...,
e para os que na sua plenitude reconhecem ... os seus limites!
Tenho um dia, que te trazer a Coimbra...!
Bjinho